Ao acionar a equipe de socorro para informar acidente de trânsito em que a vítima manifesta dor no pescoço, posicionamento estranho da cabeça e adormecimento dos braços, pernas ou outras partes do corpo, o condutor deve informar que a vítima apresenta sinais ou sintomas de
- fratura de coluna✓ correta
- fratura de braço
- fratura do fêmur
- estresse
AlternativaA— fratura de coluna
Alternativa A — fratura de coluna. Dor no pescoço, posicionamento estranho da cabeça e adormecimento (formigamento/ perda de sensibilidade) de braços ou pernas são sinais/sintomas que sugerem possível lesão na coluna cervical com comprometimento neurológico, o que exige prioridade e imobilização conforme protocolo de socorro. Portanto, ao acionar o socorro, o condutor deve informar que há suspeita de fratura de coluna.
Em primeiros socorros no trânsito, o condutor não deve “diagnosticar”, mas precisa relatar sinais e sintomas compatíveis com lesão grave para orientar a abordagem da equipe de saúde. Na prova (ACC), isso aparece como a relação entre sintomas neurológicos e suspeita de fratura de coluna/lesão na coluna vertebral.
Por que essa questão cai na prova
Esse conceito é cobrado porque, em acidentes com trauma no pescoço ou na coluna, qualquer alteração neurológica (adormecimento, fraqueza, perda de sensibilidade) pode indicar lesão vertebral grave. A informação correta acelera a tomada de decisão da equipe, aumenta a segurança da vítima e reduz o risco de piorar o quadro durante o atendimento pré-hospitalar.
Base legal — CTB 2026
- Artigo
- Art. 304
- Lei
- Lei 9.503/97 (Código de Trânsito Brasileiro)
- Texto legal
- O condutor envolvido em acidente deve prestar informações e adotar providências para socorrer a vítima e garantir assistência. Deve comunicar ao serviço de socorro as condições observadas, para orientar o atendimento, sem omitir dados relevantes.
- Observação
- O CTB trata do dever de socorro/informação. A identificação específica de “fratura de coluna” a partir de sinais como adormecimento e dor cervical é conteúdo operacional de primeiros socorros (protocolos do atendimento pré-hospitalar), frequentemente exigido na prova de ACC; não é detalhado em um artigo único do CTB.
Como identificar na prova
Procure no enunciado termos como “dor no pescoço”, “posicionamento estranho da cabeça” e principalmente “adormecimento” em braços/pernas. Quando há sinais neurológicos após trauma cervical, a alternativa esperada costuma ser “fratura de coluna” (lesão medular/cervical).
Erros mais comuns
- Escolher fratura de um membro (braço/fêmur) ignorando o contexto de pescoço e sintomas neurológicos — adormecimento indica possível comprometimento da coluna/medula.
- Tratar como “estresse” — estresse não explica dor cervical + alteração de sensibilidade em braços/pernas.
- Assumir que não é grave por “não haver sangue” — na lesão medular, pode não haver sinais externos evidentes.
- Não relatar sintomas específicos ao socorro — a equipe precisa das observações (dor e adormecimento) para definir prioridade e abordagem.
Resumo em 3 segundos
- Dor no pescoço + cabeça em posição estranha + adormecimento em braços/pernas apontam suspeita de fratura de coluna.
- Ao acionar socorro, relate sinais e sintomas observados, não “feche diagnóstico”.
- Conteúdo de ACC foca em priorização: lesão cervical com possível comprometimento neurológico é prioridade alta.
Conteúdo pedagógico revisado com base no Código de Trânsito Brasileiro vigente em 2026 — última atualização: 2026-07-14.