Ao acionar a equipe de socorro para comunicar um acidente, o condutor deve informar, da melhor maneira possível, o estado da vítima. Indique a maneira mais correta de verificar as condições da vítima
- o estado de choque pode ser identificado pela presença de calafrios, pulsação rápida e fraca e suor em demasia✓ correta
- o desmaio pode ser identificado pela ausência de respiração e pela presença de confusão mental com fala alterada
- a perda de consciência pode ser verificada movimentando-se a cabeça da vítima para os lados rapidamente
- luxações podem ser verificadas pela observação de ossos expostos e ausência de sangramento no local
AlternativaA— o estado de choque pode ser identificado pela presença de calafrios, pulsação rápida e fraca e suor em demasia
Alternativa A. O estado de choque pode ser sugerido por sinais como pele fria/avermelhada ou suor excessivo, além de pulso rápido e fraco e calafrios. Esses sinais são observáveis e ajudam a descrever o quadro à equipe de resgate. As demais alternativas descrevem verificações/achados incorretos ou perigosos (por exemplo, “movimentar a cabeça” para checar consciência, ou tentar identificar luxações por ossos expostos e ausência de sangramento).
Em questões de primeiros socorros, a prova cobra atitudes seguras para avaliar rapidamente a vítima e acionar o socorro com informações úteis. O foco é reconhecer sinais observáveis sem realizar manobras arriscadas e sem “testar” a vítima de forma perigosa.
Por que essa questão cai na prova
A avaliação inicial (principalmente respiração e circulação) e a identificação de sinais gerais são cobradas porque orientam a prioridade do atendimento e a comunicação com o socorro. Reconhecer indícios de choque com base em sinais vitais e aparência reduz atrasos e evita ações inadequadas, preservando a segurança da vítima enquanto o resgate chega.
Base legal — CTB 2026
- Artigo
- Art. 304
- Lei
- Lei 9.503/97 (Código de Trânsito Brasileiro)
- Texto legal
- O condutor envolvido em acidente deve prestar socorro às vítimas, adotando medidas imediatas para garantir atendimento. Também deve comunicar às autoridades e buscar assistência, informando o estado da vítima para orientar o socorro.
- Observação
- Esta questão é de primeiros socorros (não é específica de artigo sobre “verificação” de choque). O CTB fundamenta a obrigação de socorrer/acionar o atendimento e comunicar o estado da vítima, mas o detalhamento de sinais (choque, respiração etc.) segue conteúdos de primeiros socorros usuais em material de formação e pode variar conforme a abordagem didática adotada pelo DETRAN.
Como identificar na prova
Procure no enunciado termos como “comunicar o estado da vítima”, “verificar condições” e “da melhor maneira possível”. Em geral, a alternativa correta descreve sinais clínicos observáveis e não exige manobras que possam piorar a situação. Opções que sugerem movimentar partes do corpo para “testar” consciência ou que focam em achados improváveis tendem a estar erradas.
Erros mais comuns
- Achar que é correto “verificar” perda de consciência movimentando a cabeça rapidamente (alternativa C) — pode causar piora e não é o procedimento seguro.
- Confundir critérios: descrever desmaio/ausência de respiração como se fossem sinais de desmaio com confusão (alternativa B) — ausência de respiração é gravíssima e exige prioridade absoluta, não é apenas “desmaio”.
- Tentar identificar luxações por ossos expostos como critério geral sem contexto (alternativa D) — isso não serve como verificação segura; e ausência de sangramento não confirma nada.
- Focar em sinais “raros” ou pouco característicos em vez de sinais gerais observáveis de gravidade (choque é descrito por conjunto de sinais como pulso/perfusão/suor/pele).
Resumo em 3 segundos
- Na comunicação ao socorro, descreva sinais observáveis e sinais de gravidade.
- Choque pode ser sugerido por calafrios, pulso rápido e fraco e suor excessivo.
- Não faça “testes” perigosos (como movimentar a cabeça rapidamente) para verificar consciência.
- Luxações e outras lesões não devem ser “confirmadas” por critérios inseguros no local.
Conteúdo pedagógico revisado com base no Código de Trânsito Brasileiro vigente em 2026 — última atualização: 2026-07-14.