Ao solicitar o serviço de resgate para atender às vítimas de um acidente, deve-se adotar o seguinte procedimento
- informar a identificação do solicitante, a localização, o estado das vítimas e o tipo de acidente✓ correta
- informar o tipo de acidente e retirar imediatamente a vítima do local do acidente
- isolar a área e fazer mutirão com os demais condutores para atender às vítimas
- informar a localização do acidente e adiantar o atendimento, liberando as vias aéreas da vítima
AlternativaA— informar a identificação do solicitante, a localização, o estado das vítimas e o tipo de acidente
A alternativa correta é a letra A: ao acionar o resgate, deve-se informar a identificação do solicitante, a localização exata, o estado das vítimas e o tipo de acidente. Esses dados ajudam a central a enviar o recurso adequado e a orientar o atendimento inicial com mais segurança.
Em primeiros socorros no trânsito, a comunicação correta com o serviço de resgate é parte essencial do atendimento. A prova costuma cobrar exatamente quais informações devem ser repassadas para agilizar o socorro e evitar erros que podem agravar o estado da vítima.
Por que essa questão cai na prova
Esse conteúdo aparece com frequência porque, em acidentes, cada minuto conta. O examinador verifica se o candidato sabe que o primeiro passo é comunicar bem o ocorrido, permitindo resposta rápida do resgate e reduzindo riscos para as vítimas e para quem presta auxílio.
Base legal — CTB 2026
- Artigo
- Art. 176 e Art. 304
- Lei
- Lei 9.503/97 (Código de Trânsito Brasileiro)
- Texto legal
- O CTB trata da obrigação de prestar ou providenciar socorro às vítimas e da infração por deixar de adotar providências em caso de acidente. Embora o artigo não detalhe o roteiro de ligação ao resgate, a orientação operacional é informar quem chama, onde ocorreu, quantas vítimas há, o estado delas e que tipo de acidente houve.
- Observação
- A alternativa correta é compatível com a prática de atendimento pré-hospitalar e com conteúdos de formação para a CNH. O CTB não traz essa lista de informações de forma literal; ela aparece em materiais pedagógicos e protocolos de socorro. Não confundir com ações proibidas, como retirar a vítima sem necessidade ou liberar a via aérea sem avaliação da cena e da segurança.
Como identificar na prova
A questão costuma trazer verbos como "solicitar o serviço de resgate", "acionar socorro", "atender vítimas" ou "primeiros socorros". A pista correta é a alternativa que reúne identificação de quem liga, localização, estado das vítimas e tipo do acidente, sem mandar mexer na vítima antes da chegada do socorro.
Erros mais comuns
- Achar que basta informar apenas a localização, esquecendo o estado das vítimas e o tipo de acidente.
- Marcar alternativas que mandam retirar a vítima do veículo ou do local imediatamente, o que pode agravar lesões, especialmente na coluna.
- Confundir atendimento de emergência com ações improvisadas de leigos, como fazer mutirão de condutores sem organizar a cena e sem acionar o resgate.
- Supor que liberar vias aéreas ou fazer procedimentos no local é a primeira orientação ao telefone, quando o foco inicial é repassar informações objetivas ao serviço de emergência.
Resumo em 3 segundos
- Ao chamar o resgate, a comunicação deve ser clara e completa.
- As informações essenciais são identificação, localização, estado das vítimas e tipo de acidente.
- Não se deve retirar a vítima ou improvisar procedimentos sem necessidade.
- Em prova, desconfie de alternativas que priorizam ação física antes do acionamento correto do socorro.
Conteúdo pedagógico revisado com base no Código de Trânsito Brasileiro vigente em 2026 — última atualização: 2026-06-11.